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Meta não é responsável apenas por redes sociais. Além do Facebook e afins, a empresa também comercializa gadgets, como o Portal, um smart display que sequer chegou ao Brasil. A companhia, no entanto, vai passar a focar em equipamentos de realidade aumentada (RA), dando fim ao sonho do futuro smartwatch da marca.

Após demissão de 11 mil funcionários, Meta faz mudanças nos planos da empresa (imagem: Reprodução/Facebook)

A história parte da Reuters. De acordo com a agência de notícias na sexta-feira (11), as equipes vão passar por uma reestruturação após a demissão de mais de 11 mil funcionários, o primeiro passaralho da empresa. A decisão também vai afetar o Reality Labs, setor responsável pela maior ambição de Mark Zuckerberg: o metaverso.

Além das soluções de realidade aumentada, o departamento trabalha com outros produtos. É o caso do Portal, um smart display que te ajuda a conversar com seus amigos, famílias e afins por videoconferência, por exemplo. A divisão também ficaria responsável por um smartwatch que seria lançado pela Meta no futuro.

Todavia, o setor está sofrendo uma mudança de rumos. Em conversa com funcionários, o CTO da divisão, Andrew Bosworth, afirmou que a empresa vai abandonar os projetos do Portal e do smartwatch. A decisão é fruto do cenário econômico pessimista, que resultou até no primeiro layoff da empresa.

Relógio do Facebook teria duas câmeras (Imagem: Reprodução/Bloomberg)

Ué, a Meta ia lançar um relógio do Facebook?!

A Meta, como já foi dito, possui produtos que vão além das redes sociais. A empresa também comercializa os óculos de realidades aumentada e virtual, essenciais para o tão cobiçado metaverso. A companhia, por outro lado, queria investir em um relógio para bater a meta de presença no mercado de wearables (eu não me canso de fazer essa piada).

O primeiro relato surgiu em outubro do ano passado. Na época, o suposto relógio deu as caras no aplicativo dos óculos Ray-Ban Series. A aparição repentina ainda antecipou alguns detalhes do dispositivo, como um notch na tela do smartwatch com uma pequena câmera frontal, que poderia ser usada para fazer chamadas de vídeo. 

O sonho não durou muito tempo. Em junho, a controladora interrompeu os planos de lançar o relógio, que até então era conhecido pelo codinome “Milan”. O vazamento da época ainda revelou outros recursos, como uma câmera de 12 megapixels na porção inferior para tirar fotos rápidas ao soltar o dispositivo da pulseira.

Agora, a Meta enterrou o relógio de vez. 

Com informações: EngadgetMashable e Reuters

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