Comprou iPhone e veio o quê? 20 casos em que não tinha um celular na caixa

Comprou iPhone e veio o quê? 20 casos em que não tinha um celular na caixa

Comprou iPhone e veio o quê? 20 casos em que não tinha um celular na caixa (Vitor Pádua/Tecnoblog)

A internet está lotada de casos em que pessoas compram um iPhone novo ou usado, mas recebem em casa algo diferente. Há relatos de indivíduos que foram agraciados com alimentos, materiais de construção, itens de limpeza e até smartphones falsificados. Nas linhas a seguir, o Tecnoblog reúne as histórias mais curiosas de desafortunados que passaram perrengues ao comprar celulares da Apple online.

Como identificar um iPhone falsoComo saber se o carregador do iPhone é original

Antes de tudo, vale comentar que, se for comprar um iPhone usado, tenha cuidado com ofertas cujos preços estejam baixos demais. Também procure fazer a transação por meio de plataformas que oferecem algum tipo de seguro, assim você não corre risco de receber um tijolo em vez do celular.

Sem mais delongas, vamos começar falando de pessoas que compraram um iPhone, mas receberam deliciosas refeições no lugar do aparelho.

iPhone é da Maçã, mas não é de comer

iPhone é da Maçã, mas não é de comer (Vitor Pádua/Tecnoblog)

Há histórias de pessoas que receberam alimentos em vez de iPhone no Brasil e até na China. Um desses indivíduos foi o autônomo Renato César Romualdo de Menezes, morador da Zona Norte do Rio de Janeiro. Em agosto de 2020, o homem havia comprado um iPhone 12 Pro para presentar sua namorada. Porém, no lugar do celular, ele encontrou uma mandioca na caixa.

O curioso é que Renato adquiriu o smartphone como novo, em uma loja grande e consolidada do Brasil: as Casas Bahia. Na época, a varejista disse apenas que iria apurar o ocorrido. Pelo que parece, visto que a mercadoria chegou ao autônomo sem nota fiscal e com a caixa aberta, o iPhone pode ter sido furtado durante o envio e substituído pelo tubérculo.

Seis meses depois, na China, a polícia local prendeu um homem de 31 anos conhecido apenas como Long, suspeito de furtar celulares durante entregas. O indivíduo, que realizava transporte de mercadores entre o distrito de Anhui e a cidade de Xangai, confessou ter roubado um iPhone 12 Pro Max e substituído o aparelho por uma caixa de iogurte.

Em outubro de 2021, uma estudante moradora de Minas Gerais, comprou um iPhone SE no Submarino por R$ 2.829. Após aguardar o prazo de entrega de seis dias, a jovem recebeu uma goiabada no lugar do celular. Ela solicitou o reembolso da compra pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), mas só recebeu o dinheiro de volta após acionar a polícia e uma reclamar no site ReclameAqui.

Pulando para 2022, em abril, um bancário do Mato Grande do Sul recebeu duas caixas de creme de leite em vez do iPhone novo em folha que havia sido comprado por quase R$ 9 mil pelo site do Extra. O homem até conseguiu entrar em contato com a empresa para receber o celular, mas passou por constrangimento no processo.

Quando recebeu as caixas de creme de leite, o bancário estava no trabalho acompanhado de colegas. Ao abrir o pacote e revelar que não havia recebido o iPhone, as pessoas começaram a rir da situação. O Extra culpou a transportadora pelo erro, mas nunca confirmou se o aparelho havia sido furtado.

No mês de maio de 2022, um jovem morador de São Paulo, identificado apenas como Johnata, relatou no Twitter que havia adquirido um iPhone direto pelo aplicativo da Americanas. Apesar de ter realizado a compra em uma loja grande — assim como no caso de Renato, citado no início desta seção — o rapaz recebeu uma caixa de leite condensado no lugar do aparelho.

Em resposta a Johnata, a Americanas disse apenas que iria “priorizar o envio do produto comprado” e que iria “investigar o caso internamente”. Não sabemos se o jovem foi furtado, ou se foi um erro da varejista. De qualquer forma, ele pôde prepara um brigadeiro enquanto esperava a entrega do iPhone acontecer de verdade.

Apesar de existirem vários casos de iPhones trocados por alimentos, há também situações em que pessoas recebem coisas que nem sequer podem comer, como tijolos e sacos de areia.

Tijolos constroem casas, mas iPhones, não

Tijolos constroem casas, mas iPhones, não (Vitor Pádua/Tecnoblog)

Um dos casos mais antigos deste texto aconteceu em março de 2012. Morador de Parintins, no Amazonas, Gilvandro Silva iria surpreender a esposa com um iPhone 4S. Porém, quando ela abriu o pacote, a surpresa não foi nada agradável, pois uma pedra tinha sido enviada no lugar do celular. O smartphone, inclusive, foi comprado direto no site da Apple, mas a Maçã não quis comentar o caso.

Em dezembro de 2015, uma psicóloga de São José do Rio Preto, em São Paulo, pagou mais de R$ 3 mil para comprar um iPhone 6 nas Casas Bahia. No entanto, em vez do celular ela recebeu um tijolo de 1,2 quilogramas. Na época, a varejista informou que a consumidora havia adquirido o smartphone por marketplace. A psicóloga recebeu o dinheiro de volta, após cancelar o pedido.

Um mês depois, em janeiro de 2016, outra pessoa recebeu um tijolo no lugar de um iPhone. Dessa vez, a vítima foi Ana Maria Navarro Vendramini, uma estudante de direito moradora de Jaú, em São Paulo. Ela também havia adquirido o celular nas Casas Bahia por meio de marketplace. É provável que a loja tenha sido a mesma utilizada pela psicóloga do caso anterior.

Indo para agosto de 2020, a jornalista goiana Mônatha Nogueira também adquiriu um iPhone nas Casas Bahia. Só que em vez de um tijolo, ela recebeu uma caixa com duas pedras. Diferente dos casos acima, a mulher realizou a compra direto com a loja, sem passar por marketplace. As Casas Bahia ficaram de analisar a mercadora, após Mônatha abrir um boletim de ocorrência e acionar o Procon.

Se você pensou que os casos envolvendo as Casas Bahia terminaram, prepare-se que ainda tem mais. Em abril de 2021, uma moradora da Asa Norte, no Distrito Federal, recebeu um saco de areia, após comprar um iPhone 12 na loja por R$ 8 mil. Só depois que o caso ganhou tração nas redes sociais, é que a varejista sugeriu reembolsar a publicitária Lilian Estevanato e enviar um aparelho novo.

Ainda em 2021 — só que no mês de outubro — a recepcionista Isadora Fernandes, moradora da Zona Norte do Rio de Janeiro, comprou um iPhone 11 pelo marketplace das Casas Bahia por mais de R$ 5 mil. Ao abrir o pacote, ela encontrou uma lasca de mármore em vez do celular. A loja enviou um aparelho novo para a cliente, mas só após ela registrar o caso na delegacia.

No final de 2021, em dezembro, o engenheiro civil Lucas Nobre — morador de Boa Vista, em Roraima — comprou um iPhone 12 em uma loja online de departamentos local e pediu que o aparelho fosse entregue em uma das franquias da empresa, no shopping do bairro Cauamé. Ele escolheu receber o produto em um estabelecimento físico, pois já havia sido enganado anteriormente.

A manobra de Lucas não funcionou, visto que ele recebeu um pedaço de cerâmica no lugar do iPhone. Após o engenheiro entrar em contato com a central de atendimento, a empresa disse que mandaria o produto verdadeiro, sem necessidade de perícia. Porém, o pedido foi cancelado logo em seguida.

Não é só aqui no Brasil que pessoas têm seus iPhones trocados por materiais de construção. Na Inglaterra, em maio de 2021, Olivia Parkinson ficou furiosa ao abrir a caixa do seu recém comprado iPhone 12 Pro Max e se deparar com um pedaço de azulejo de cozinha. Na época, o aparelho havia sido comprado na loja Virgin Media e entregue pela empresa Yodel.

Olivia tentou pedir um aparelho novo, mas a empresa não quis acreditar na história da jovem. A transportadora Yodel e a loja Virgin Media só se pronunciaram depois que o caso viralizou nas redes sociais. A mulher teve o dinheiro reembolsado rapidamente, no final.

Pessoas ficam limpas e cheirosas, mas sem iPhone

Pessoas ficam cheirosas, mas sem iPhone (Vitor Pádua/Tecnoblog)

Já imaginou comprar um iPhone na Black Friday e receber um perfume no lugar do celular? Foi o que aconteceu com o universitário Rodrigo Brito, em dezembro de 2014. O morador da Zona Oeste do Rio de Janeiro adquiriu um iPhone 5S no Submarino, mas foi agraciado com uma colônia de lavanda da Fiorucci.

Na época, o iPhone 5S tinha sido comprado à vista, com pagamento por boleto bancário. Após Rodrigo entrar em contato com o Submarino, a loja providenciou a troca do produto.

Um caso parecido aconteceu quase dois anos depois, em outubro de 2016. Outro carioca comprou um iPhone 5S na Americanas — que faz parte do mesmo grupo administrativo do Submarino — e recebeu um perfume no lugar do celular. A loja disse que a troca foi resultado de um furto na transportadora.

Ainda no Brasil, Suellen Farias de Albuquerque adquiriu, em maio de 2021, um iPhone 11 pelo marketplace do Magazine Luiza por R$ 5 mil. Ela recebeu o pacote lacrado, sem violações visíveis. Porém, ao abrir a caixa, a mulher encontrou um frasco de Sapólio, produto de limpeza multiuso.

Naquela época, a venda do iPhone foi realizada pela empresa Volkton Moura, e a entrega ficou sob responsabilidade da Ontime Logística e dos Correios. Contudo, não se sabe em que momento o celular foi trocado pelo produto de limpeza.

Nos EUA, em 2019, Samantha Powell tentou presentear sua filha com um iPhone. Para pagar menos, a mulher comprou o aparelho usado pelo aplicativo LetGo. Samantha e seu marido foram buscar o celular diretamente com a anunciante de apenas 18 anos, em um condomínio na cidade de Allen Park, no estado de Michigan.

Após entregar o dinheiro à “vendedora”, ele entregou uma caixa de iPhone fechada e saiu correndo. Quando Samantha abriu a caixa, ela encontrou dois sabonetes dentro. Ela e o marido tentaram perseguir a golpista, mas não a encontraram. O caso parou na polícia local.

Enquanto isso, em Londres, na Inglaterra, uma mulher adquiriu um iPhone 13 Pro Max da operadora Sky Mobile, em fevereiro de 2022. Ao receber a caixa aparelho, ela foi surpreendida com uma garrafa de sabonete líquido. A empresa chegou a iniciar uma investigação, mas a consumidora ficou sem o celular.

Ainda tem celulares falsos e até mesa de iPhone

iPhones falsos e até mesa em formato de iPhone (Vitor Pádua/Tecnoblog)

Algumas pessoas compram iPhones e até recebem celulares em casa, mas não os que elas pediram online. Esse é o caso de Roberto Barcellos Junior e de Oswaldo Linhares. Ambos os homens compraram um iPhone na Americanas e no Submarino, respectivamente, em janeiro de 2015. Contudo, eles não receberam os aparelhos corretos.

Roberto pediu um iPhone 5C e se surpreendeu ao ver que a caixa entregue em sua casa era do mais poderoso iPhone 5S. Porém, ao abrir o pacote, ele encontrou um iPhone falsificado que rodava Android em vez do tradicional iOS. O consumidor entrou em contato com a Americanas e conseguiu o dinheiro de volta.

Algum tempo depois, Roberto comprou novamente o iPhone 5C, só que pelo site da Apple. Infelizmente, ele caiu no mesmo golpe e recebeu o iPhone falsificado mais uma vez. Nesse caso, era provável que o culpado pela troca dos aparelhos estivesse operando de dentro da transportadora.

Já Oswaldo comprou um iPhone 6 Plus no Submarino, mas em vez do celular ele recebeu um Galaxy S Duos. Para ter o dinheiro de volta, o cliente precisou enviar o smartphone de volta para a loja poucos dias antes do feriado de Natal. A varejista só entregou um novo aparelho na segunda semana de janeiro.

Para fechar as histórias bizarras, vale falar do caso de um tailandês que comprou um iPhone 7 e recebeu uma mesa no formato do smartphone da Apple. Em março de 2021, o jovem adquiriu o aparelho em uma suposta promoção no e-commerce Lazada por um preço muito abaixo do esperado.

Quando o pacote chegou, o tailandês se assustou com o tamanho da caixa, que era quase da altura dele. No final das contas, o erro foi do rapaz, que não verificou os detalhes do item antes de finalizar a compra. A história logo viralizou nas redes sociais e descobriram que o “iPhone gigante” era da loja Ten by Ten, baseada na Coreia do Sul.

E você, leitor, tem alguma história parecida com essas para compartilhar? Conta para a gente lá na Comunidade do Tecnoblog!

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